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Integração profissional: é importante na saúde mental?

Profissionais de diferentes áreas podem ajudar nos processos terapêuticos de forma integrada com o psicologo.

Engana-se quem acha que o processo terapêutico deve envolver só o paciente e seu psicólogo. Resultados positivos são atingidos muito mais rapidamente quando existe integração. O que isso quer dizer?

 

Profissionais unidos pela saúde mental

 

Além da parceria comum entre psicólogo e psiquiatra, existem muitas outras opções de integração que ajudam no tratamento dos pacientes. É claro que tudo depende muito da necessidade do paciente, por isso vamos considerar algumas delas. No final dessa leitura, pense: de que forma minha profissão pode ser de ajuda?

 

 

  1. Médicos em geral

 

Viver com uma doença crônica ou descobrir que se é portador de alguma DST (Doença sexualmente transmissível) pode ser um desafio imenso para a saúde mental de qualquer pessoa.

 

Nesses casos, os médicos podem trabalhar em conjunto com o psicólogo por mantê-lo informado sobre a situação do paciente, além de fornecer informações que possam auxiliar no tratamento. Quando médicos e psicólogos mantém um canal aberto de comunicação, os tratamentos são muito mais eficientes para os dois e, principalmente, para o paciente!

 

A integração médica com a saúde mental se torna ainda mais importante quando falamos sobre os cuidados primários. Estudos de vários países indicam que a maioria dos médicos que recebem algum treinamento em saúde mental e são integrados nesse processo conseguem ser muito mais precisos em seus diagnósticos.

 

 

  1. Fisioterapeutas

 

Idade avançada ou um acidente traumático: duas circunstâncias que envolvem a ajuda da fisioterapia e psicologia. Nos dois casos, quando o tratamento fisioterapêutico é realizado junto com o tratamento mental, os resultados são muito melhores, pois unem o corpo e mente em um só processo de melhoria.

 

 

  1. Veterinários, pilotos, motoristas de autoescola

 

Profissões distintas, mas unidas por um fator: todas podem contribuir no tratamento psicológico de pacientes com fobias. De que forma?

 

Enquanto alguns têm fobia de cachorro, outros têm de avião ou até de dirigir. Profissionais que trabalham com o que o paciente tem medo podem dar exemplos mais claros do porquê aquele pavor não é necessário.

 

Percebeu?

O processo terapêutico precisa ser modelado para cada paciente, mas na maioria das vezes, sempre haverá espaço para outros profissionais acelerarem esse processo! Por isso, se você é um psicólogo, já pensou em integrar outros profissionais as suas terapias? E, se você não é psicólogo: conseguiu pensar de que forma sua profissão pode ajudar pessoas?

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